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 Casas Inteligentes

     

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Domótica em Portugal – A Realidade Hoje

A domótica é a integração da electricidade, da electrónica e das tecnologias da informação no ambiente residencial (apartamentos, moradias e edifícios de habitação), realizando a gestão técnica desses espaços, tornando-os inteligentes.

Um espaço inteligente é aquele que proporciona aos seus utilizadores uma total satisfação em termos de conforto, segurança, comunicações e poupança de energia e contribui para o desenvolvimento sustentável da sociedade.

Os espaços inteligentes, sejam eles edifícios ou habitações, constituem uma realidade e traduzem a evolução que as telecomunicações trouxeram para as áreas da electrotecnia, mecânica e segurança, assim como a sua integração numa envolvente de arquitectura que demonstra um maior respeito pelo meio ambiente e as gerações futuras.

Em termos de edifícios (escritórios, públicos, hospitais, hotéis, etc.) esta preocupação está bem patente logo de início pois, normalmente, os projectos incluem uma componente de controlo e automação que se destina a fazer a gestão de energia actuando primordialmente sobre o aquecimento, ventilação e ar condicionado (AVAC) e outras áreas como a iluminação, por exemplo. O próprio promotor imobiliário encara este “dispêndio de capital” com bons olhos pois, por um lado, a isso é obrigado legalmente, a partir de um determinado valor de potência, e por outro, sabe que a gestão técnica faz reduzir consideravelmente o consumo de energia, ou seja, os seus custos de exploração.

Mesmo no caso de o promotor construir o seu edifício e só depois querer decidir, de acordo com o mercado, que destino lhe vai dar (venda a uma única entidade ou a várias, ou simplesmente aluguer na totalidade ou em fracções) tem sempre a possibilidade, e já em muitos casos é o que se passa, de deixar espaços livres como tectos e pavimentos falsos, nichos, caixas e registos espaçosos e condutas, caminhos de cabos e tubagem onde á posteriori são colocados os quadros de controlo e automação e instalada toda a cablagem necessária para tornar o edifício Inteligente, isto é, com todas as instalações e sistemas adequados á ocupação que tem no presente sendo adaptável a novas utilizações, flexível em relação á utilização e evolutivo no que diz respeito a acompanhar as novas tecnologias que Amanhã não se sabe quais serão mas onde com certeza as de Hoje serão então obsoletas.

E, em termos das habitações?

Pois aí, as coisas não são tão claras! A domótica ou automação doméstica constitui, ainda hoje, algo que desperta interesse e curiosidade, mas constitui claramente uma excepção e não a regra em relação ao que existe no parque habitacional Nacional.
Esta é uma verdade, mas constitui algo de estranho pois cada vez passamos mais tempo fora de casa o que obriga a que necessitemos de um certo tipo de ajuda para o controlo e gestão da nossa casa, assim como para a realização de um certo número de tarefas quotidianas. Quando chegarmos a casa desejamos que tudo esteja preparado, preocuparmo-nos o menos possível com tarefas aborrecidas e repetitivas e, deste modo, relaxarmos e, em segurança, desfrutarmos de um merecido descanso.
O uso racional da domótica, tendo em devida consideração certas condições ecológicas, proporciona esta ajuda que tanto necessitamos.

Desde o início do Século passado que as nossas casas foram sendo gradualmente invadidas por produtos e equipamentos eléctricos, a maioria deles com muito pouca inteligência. Alguns, inclusive, possuem uma capacidade rudimentar de automação – como um termostato para manter a temperatura de uma sala – mas, são essencialmente unidades sem comunicação com outras e controladas manualmente.

Na década de 90, foram introduzidas novas versões destes produtos eléctricos, baseadas em microprocessadores. Foram também desenvolvidos protocolos de comunicação que proporcionam aquilo que se chama uma rede domótica.

Uma rede domótica pode ser definida como um conjunto de dispositivos “inteligentes” que utilizam um protocolo de comunicação sobre um ou mais meios físicos para levar a cabo os objectivos pretendidos. Assim, temos que uma rede domótica não é unicamente um par de fios (ou algum outro meio físico como a linha de energia, as ondas de rádio, o infravermelho ou a fibra óptica) que interliga os vários elementos, mas sim um conjunto de unidades capazes de comunicarem entre si através de um ou mais meios físicos que suportem a comunicação.

Estes dispositivos ou unidades podem classificar-se segundo a sua funcionalidade em:

  • Sensores: Capturam valores e informações do local como presença de pessoas, temperatura, falta de energia, fugas de água ou gás, incêndio, luminosidade, tempo, vento, humidade,...;

  • Actuadores: Realizam o controlo de elementos como electroválvulas (água e gás), motores (estores, portas, rega), ligar, desligar e variar a iluminação ou o aquecimento, ventilação e ar condicionado, sirenes de alarme,...;

  • Controladores: Gerem a instalação e recebem a informação dos sensores transmitindo-a aos actuadores;

  • Interfaces: Dão e recebem informação para e de o utilizador, constando normalmente de Teclado, Display, TV, PC, Telefone, Telemóvel, PDA, Internet, WAP,...;

  • Dispositivos Específicos: Elementos necessários ao funcionamento do sistema como Modems ou Routers que permitem o envio de informação entre os diversos meios de transmissão onde viaja a mensagem.

Posto isto, já definimos o que é uma rede domótica e como é constituída. Igualmente, já vislumbrámos várias aplicações, mas falta acrescentar que também nas décadas de 80 e 90 apareceram protocolos que se tornaram standards como o X-10, o  EHS (European Home Systems), o EIB (European Installation Bus), o BATIBUS e o LON (Local Operative Network), entre outros menos divulgados, significando isto que vários produtos de vários fabricantes podem ser instalados numa mesma rede domótica comunicando todos entre si, desde que utilizem o mesmo protocolo. Isto seria o ideal, algo que de momento só os fabricantes integrados sob a organização EIBA que gere a utilização do protocolo e marca EIB, conseguem realmente fazer e que a nova mega organização denominada KONNEX (EHS, EIB e BATIBUS) pretende para um futuro ainda algo distante.

Tudo isto aliado ao facto de os preços se terem tornado mais convidativos até ao ponto de com algumas centenas de contos se poder automatizar um apartamento ou moradia nova ou até mesmo usada, pois um standard como o EHS que utiliza a rede eléctrica dos 230V como bus de comunicação não necessita da existência de uma précablagem ou pré-tubagem, tornando estas tecnologias ainda mais apelativas nessas situações.

Em Espanha, França, Alemanha e Países Nórdicos bem como em algumas urbanizações em Portugal os profissionais das imobiliárias afirmam que têm muito mais facilidade em vender habitações que possuem sistemas domóticos do que as que não os possuem. Mas, não nos enganemos! Isto são ainda excepções, pois a regra é construir e promover aquilo que é vulgarmente designado de gama de luxo ou alta (já nem falo na gama média ou média alta) sem qualquer tipo de sistemas de automação ou controlo, deixando ao comprador a opção única de vir a possuir uma habitação que já está obsoleta ainda antes de ser habitada.

As causas de tudo isto não se resumem à especulação imobiliária reinante ou ao facto de os projectos de electricidade que acompanham o processo para aprovação camarária serem, salvo raras excepções, de qualidade medíocre parecendo que se destinam unicamente a interligar lâmpadas, interruptores e tomadas, sem nenhuma preocupação em termos de energia que considere a climatização, a iluminação e os outros equipamentos, estando muito longe de contemplarem uma instalação domótica, pelo menos ao nível da pré-instalação.

Igualmente os projectos de arquitectura e construção civil deverão deixar de ser realizados unicamente para serem agradáveis ao olhar, quando o são !, e depois não possuírem orientação solar conveniente, um estudo das aberturas em termos de janelas e portas de varandas e balcões, um conveniente isolamento térmico ou acústico, uma utilização de materiais ecológicos ou um simples estudo da cor das fachadas de modo a que exista uma captação passiva da energia solar, transformando-se no conjunto de aberrações com que nos deparamos diariamente.

Portugal é um dos países da Europa onde a construção é mais cara e onde o nível de oferta, em termos de qualidade e bem estar no que respeita à habitação é menor.
Seria conveniente que existisse uma política concertada por parte do governo, das autarquias e dos promotores imobiliários para que se os preços das casas não baixam, pelo menos que as habitações tenham uma qualidade superior e estejam preparadas para receber moradores que estão cada vez mais informados e que começam a valorizar a tecnologia e todo o conforto e economia que ela proporciona.

Alguns promotores imobiliários já utilizam sistemas domóticos ou as respectivas pré-instalações nos seus empreendimentos. Estas tecnologias já estão suficientemente maduras e disponíveis para serem instaladas, como o podem comprovar os muitos milhares de moradores que convivem diariamente com estes sistemas e que assim  estão preparados para receber as novidades deste Milénio onde iremos ter igualmente os electrodomésticos conectados, o infoentertenimento e os equipamentos de áudio e vídeo inteligentes e a conviver com as outras instalações da casa.

Se está a pensar comprar casa não deixe o futuro passar-lhe ao lado.

Uma casa de  madeira ecológica mais aplicações domóticas, certamente que é a vivenda do futuro.

 

O projecto de uma casa bioclimática ou amiga do ambiente não constitui apenas um benefício para o ambiente. É um projecto sensível ao lugar e traduz uma arquitectura especificamente local, respondendo a condições climáticas locais e empregando materiais locais.

É um projecto de melhor qualidade e que privilegia a naturalidade em detrimento da artificialidade.

 

A Casa Inteligente não oferece um sistema de segurança, mas sim uma solução sofisticada que permite o controlo e monitorização do ambiente doméstico, acrescentando qualidade ao dia-a-dia e contribuindo para um desenvolvimento mais sustentável.

Detecção de incêndio / Detecção de intrusão / Detecção de fuga de água / Detecção de fuga de gás / Corte automático de água por electroválvula / Corte automático de gás por electroválvula / Aviso de falta de energia eléctrica / Aviso dos alarmes de incêndio, intrusão, água e gás / Comando remoto do aquecimento / Interface telefónica.

 

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Detectores de Incêndio

 

 

Os detectores de incêndio têm de ser extremamente fiáveis. Isto inclui a capacidade de detectar sinais de incêndio, de forma fiável, desde muito cedo e de operar em todas as condições ambientais. As sofisticadas capacidades de processamento de sinais dos detectores de incêndio estão optimizadas para todas as aplicações.

 

A integração de sensores que não detectam apenas fumo é a única forma de criar um detector de incêndio adequado para um vasto leque de aplicações críticas. O detector automático de incêndio apoia-se numa combinação de detectores ópticos, térmicos e de CO, o que permite melhorar significativamente o desempenho em condições ambientais desfavoráveis.

Existe, portanto, uma vasta gama de combinações de sensores. Escolha a combinação ideal para os seus requisitos individuais.

  • Graças aos algoritmos e comparações integradas de padrões de alarme, todos os Detectores Automáticos de Incêndio atingem o mais elevado nível de detecção inteligente de incêndio

  • A compensação de desvio assegura uma elevada capacidade de reacção consistente

  • As características de alerta são programáveis para garantir alarmes rápidos e fiáveis, quaisquer que sejam as condições do espaço coberto

  • Os dados analógicos podem ser lidos para auxiliar o diagnóstico (horas de funcionamento e valores actuais de medição dos sensores óptico, térmico e químico)

  • Uma abertura especial na parte de trás do detector permite utilizar um dispositivo de sopro para limpar a câmara óptica de forma simples

Os detectores da série 320 asseguram uma detecção fiável utilizando uma tecnologia convencional. Através de uma grande variedade de bases adapta-se à sua escolha de montagem. As ligações a dois e quatro fios permitem a sua utilização em aplicações de intrusão. As diferentes resistências do alarme permitem ligar os detectores praticamente a qualquer painel de incêndio convencional disponível no mercado.

 

 

Contactos

 

 

Tlf:        (00351) 271 108 000

 

Tlm:      (00351) 919 577 207

 

E-mail:  torrealta@sapo.pt

 

 

 

 

 

Patrocínios :

 

  www.torrecalida.eu     Mais de 200 modelos à sua escolha    

 www.torrecalida.com  Líder em construções de madeira  

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  www.opengis.uab.es     Atlas Climático Digital

  www.apambiente.pt     Agência Portuguesa do Ambiente

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